Estamos vivendo em uma época onde os recursos energéticos e a nossa capacidade instalada luta para suprir uma demanda sempre crescente. Esse aumento se da, não somente pela quantidade de edificações em nossa cidade, mas têm pelo aumento de consumo por unidade de uma edificação. Estamos aumentando os produtos consumidores de energia em nossas residências e comercio.
Nós arquitetos encontraremos doravante, um cenário no qual a boa arquitetura será responsável para evitar que os níveis de consumo, atinjam valores insuportáveis e de difícil administração. Neste aspecto, a luz na arquitetura assume uma importância crucial, uma vez que é a solução para um problema relacionado à luz e o calor, ou seja, vai permitir a entrada de luz natural, reduzindo a entrada de radiação em forma de calor.
A luz na arquitetura não se aplica somente no âmbito da iluminação natural, pelo contrario, se estende também na a iluminação artificial, já que ambas são necessárias em nossas edificações. Por esse motivo, a indústria da iluminação artificial, avança cada vez mais formando uma quantidade maior de lumens com uma necessidade menor de potencia e em índices de reprodução de cor cada vez mais próximo da luz solar.
A iluminação é uma das principais ferramentas utilizadas para iludir nosso olhar, simular alterações nos espaços ou ainda, tapear nossos sentidos. Outro fator importantíssimo a considerar é que a luz não ilumina por si só, ela depende de superfícies que a reflitam e a transmitam pelo ambiente.
Em uma edificação a uniformidade na distribuição da luz dentro de um ambiente poderia nos causar certa monotonia e insensibilidade muito desagradável, por outro lado, a luz difusa causa uma sensação de suavidade serenidade e ate mesmo de intimidade.
A iluminação concebida desta forma pode ser analisada como sendo uma peca fundamental da verdadeira arquitetura. Dentro dessa ideia o uso da luz se torna uma arte, e isso ate hoje, não tem sido considerado por muitos arquitetos, mas, a verdade é que dessa forma, a luz se torna um dos meios mais belos da própria criação da obra arquitetônica.Fonte: Iluminação e Arquitetura - Nelson Solano Vianna; Joana Carla S. Gonçalves.
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