Em nosso país, a preocupação com o conforto térmico é recente. Começou a ser levada em conta pela construção civil a partir de 2005, quando entrou em vigor a norma NBR 15220 – da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas)
Conduziu o homem a ter melhores condições de vida e de saúde quando seu organismo pode funcionar melhor sem ser submetido a fadiga ou estresse térmico.
A arquitetura possui esse poder para transformar o ambiente ou o terreno, que não possui uma boa localização, em lugares mais confortáveis e agradáveis ao ser humano, seja qual forem as condições climáticas externas.
Para criar condições de conforto térmico, os arquitetos adotam uma série de medidas que amenizam o calor nos ambientes, principalmente na nossa região que é calor a maior parte do ano.
A preocupação com o conforto térmico de nossa residência deve estar sempre em primeiro lugar, pois se relaciona com nosso organismo, o homem precisa liberar calor em quantidades suficientes para que sua temperatura interna se mantenha da media de 37 graus.
Quando as trocas de calor entre o corpo humano e o ambiente ocorrem sem maior esforço, a sensação do individuo é de conforto térmico, e uma das vantagens desse conforto é o aumento da capacidade de trabalho do ser humano.
Uma edificação que esteja dentro deste conforto não implica em acréscimos de custos na construção, mas ao contrario, deve resultar em redução dos custos de utilização e de manutenção, alem de proporcionar condições ambientais internas agradáveis aos ocupantes.
Por isso quando você for contratar um arquiteto exija dele um estudo do seu terreno e que projete sua casa dentro das condições do clima de sua cidade, aproveitando ao Maximo a ventilação e a iluminação natural que possuímos.
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